quarta-feira, março 21, 2007
terça-feira, março 20, 2007
Parabéns!

Queriada TUIST:
Foste tu que me viste crescer, me tornaste homem. Foste tu que me roubaste noites de sono em ensaios exaustos. Foste tu que me fizeste sorrir tantas outras vezes.
És tu que ainda me fazes chorar de alegria. És tu que fazes passar o tempo a correr. És tu que me fazes saltar euforicamente em cima daqueles palcos por onde passamos. És tu!
E hoje, és tu que comemoras o teu aniversário! O teu, o meu, o nosso, o vosso... São 14 anos de momentos únicos, fantásticos, extraordinários,...
Obrigado TUIST.
Parabéns!
Foste tu que me viste crescer, me tornaste homem. Foste tu que me roubaste noites de sono em ensaios exaustos. Foste tu que me fizeste sorrir tantas outras vezes.
És tu que ainda me fazes chorar de alegria. És tu que fazes passar o tempo a correr. És tu que me fazes saltar euforicamente em cima daqueles palcos por onde passamos. És tu!
E hoje, és tu que comemoras o teu aniversário! O teu, o meu, o nosso, o vosso... São 14 anos de momentos únicos, fantásticos, extraordinários,...
Obrigado TUIST.
Parabéns!
segunda-feira, março 19, 2007
terça-feira, março 13, 2007
Companheiros
Foto por Vasco
Simone Weil disse que "A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se (é uma virtude)." Quem nunca teve um cão, não sabe o qual fiel ele vos é, o quão amigo e verdadeiro pode ser. É um confidente que ouve atentamente e, muitas vezes, sem falar, dá-nos os melhores conselhos! Porque a mais pura das linguagens é a corporal; é aquela que se exprime nos gestos, nos movimentos fluídos dos corpos.
O meu cão chama-se Tuno!
O meu cão chama-se Tuno!
sábado, março 10, 2007
II Noites de Luar
quinta-feira, março 08, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Ele trata-me bem, diz Margarida
Quando cheguei, na penumbra do candeiro, pegou-me na mão e acariciou-me o rosto em silêncio. Sentei-me a seu lado. Senti que aquele encontro seria a desculpa do adeus. Observei-a. Surrurrei-lhe: "isto não tem de ser assim". Ela sorriu com uma certa tristeza e evitou o meu olhar.
O anoitecer amparava-nos e naquele silêncio do abandono que une os estranhos, senti-me com coragem para lhe dizer fosse o que fosse. Nada mais importava. "Gostas dele?", perguntei-lhe. Ela deixou escorrer uma lágrima doce, esboçou um sorriso cúmplice e respondeu-me: "Ele trata-me bem!". Quase de seguida, aninhou-se a meu colo e chorou até a lua ir bem alta.
Era quase meia-noite e convidei-a a levantar-se e ir dormir. Caminhámos em direcção à sua casa em pleno silêncio.
Como um relâmpago, parei de caminhar e agarrei-lhe o corpo firmemente. Fixei-lhe o olhar. A nossa respiração aumentou o ritmo e senti gotas de suor no meu rosto nervoso. Aquele momento foi único... Beijámo-nos e fugimos de tudo e de todos para bem longe. Sem justificações, sem razões, sem medos! Só nós importávamos!
Fomos felizes o resto da vida!
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
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